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Degeneração macular: saiba mais sobre esse problema comum na terceira idade

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é um reflexo do envelhecimento natural do corpo que, dentre outros órgãos e funções, causa o comprometimento da qualidade da visão. A doença é muito comum na terceira idade, sendo a segunda causa mais comum de perda de visão em pessoas acima de 50 anos, perdendo apenas para a catarata, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo.

O que é degeneração macular?

A degeneração macular é caracterizada pelo desgaste da mácula, uma pequena região no centro da retina, responsável por permitir que o paciente enxergue imagens com detalhes. Esse processo ocorre por meio dos fotorreceptores, células sensíveis à luz da mácula, que convertem a luz do campo visual em impulsos elétricos e os enviam para o cérebro através do nervo óptico.

Quando as células fotorreceptoras da mácula são degeneradas ocorre a perda da visão central, levando à degeneração macular. A doença afeta os dois olhos, mas não, necessariamente, ao mesmo tempo. Por isso, é importante ficar atento aos primeiros sintomas para que o problema seja tratado a tempo.

Quais são os sintomas?

Uma das grandes dificuldades em diagnosticar precocemente a degeneração macular é a ausência de sintomas nos estágios iniciais da doença. Muitos pacientes só percebem o problema quando notam um problema perceptível na visão, normalmente quando a doença já se agravou.

Apesar de ser assintomática na maioria das vezes, alguns pacientes apresentam sinais de que algo não está bem com sua visão. Confira os principais:

    • embaçamento na visão central, principalmente em momentos de leitura
    • formação de manchas no campo visual central
    • cores mais opacas
    • linhas retas distorcidas, parecendo onduladas
  • presença de ponto cego no campo visual, podendo ser escuro ou branco

Tipos de degeneração macular

Existem dois tipos de degeneração macular relacionada à idade: a seca e a úmida. Saiba mais sobre elas!

Degeneração macular seca

A degeneração macular seca é a causa mais comum do problema, representando 90% de todos os casos. Ela é caracterizada pelo acúmulo de proteínas e gorduras nas células que ficam sob a retina e que acabam interferindo na saúde da mácula.

Normalmente, o paciente que sofre com a degeneração macular seca apresenta uma perda gradativa da visão, que acontece ao longo dos anos. Em grande parte dos casos, os pacientes não perdem totalmente a visão central, mas apresentam dificuldade em realizar tarefas que exigem um maior esforço da visão, como ler ou dirigir, por exemplo.

Degeneração macular úmida

Representando apenas 10% dos casos de DRMI, a degeneração macular úmida provoca perda acentuada da visão e pode ter um início súbito. O problema acontece devido ao crescimento de vasos sanguíneos por baixo da retina, que acabam por causar sangramento ou extravasamento de líquido para dentro ou abaixo da retina, afetando a mácula e ocasionado perda de visão central.

Como a degeneração macular úmida avança rapidamente é necessário tratar o problema o quanto antes para evitar perda definitiva da visão. Mas como os sintomas são mais perceptíveis nesses casos, as chances do tratamento ser eficaz são bastante significativas.

Existem fatores de risco que favorecem a DRMI?

Apesar de a causa mais comum ser a idade, existem alguns fatores de risco que contribuem para que o paciente sofra com a degeneração. São eles:

    • predisposição genética
    • exposição frequente à luz solar
    • tabagismo
    • obesidade
  • hipertensão

Para evitar a doença, o melhor a se fazer é adotar um estilo de vida saudável, com uma alimentação balanceada e prática de exercícios físicos. Hábitos maléficos à saúde, como tabagismo e sedentarismo, também precisam ser cortados em prol da saúde da mácula e do corpo de maneira geral.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da doença deve ser realizado por meio de um exame oftalmológico feito, de preferência, por um oftalmologista especializado em retina. Além do exame oftalmológico completo, é preciso realizar o mapeamento de retina para avaliar suas condições de funcionamento.

Caso o diagnóstico seja positivo, a doença deve ser tratada de acordo com seu tipo. Na DRMI seca, como a perda de visão acontece progressivamente, mudar os hábitos de vida e passar a ingerir complexos multivitamínicos podem ajudar a minimizar o problema.

Já na DRMI úmida, o tratamento é realizado à base de medicamentos anti angiogênicos, capazes de secar os vasos sanguíneos formados embaixo da retina. Outra forma de tratamento é a terapia fotodinâmica, através da qual é injetado um corante sensível na veia. Esse corante atinge maiores concentrações nos vasos que se formam sob a retina, tornando mais fácil a aplicação de laser para destruí-los.

Vale lembrar que o tratamento é individualizado e deve ser realizado de acordo com as necessidades de cada paciente. Por isso, contar com a ajuda de um oftalmologista é essencial para o sucesso do tratamento.

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